As vezes sou questionado, ironicamente, por pessoas religiosas: “se os ateus não acreditam em nada, qual o sentido de viver na terra?”, obviamente referindo-se ao paraíso(digo isso pois me refiro aos cristãos).
Primeiramente, um ateu tem crença sim. O ateu acredita que os fatos dão sentido à vida, não sendo necessário apelar para uma recompensa (religiosamente perfeita) imaginária.
Enquanto o religioso acredita que vá viver na terra, e ter sua recompensa após a morte, os ateus realmente vivem na terra e não tem tempo para perder com crendices que te excluem de vivenciar as maravilhas do mundo.
Primeiramente, um ateu tem crença sim. O ateu acredita que os fatos dão sentido à vida, não sendo necessário apelar para uma recompensa (religiosamente perfeita) imaginária.
Enquanto o religioso acredita que vá viver na terra, e ter sua recompensa após a morte, os ateus realmente vivem na terra e não tem tempo para perder com crendices que te excluem de vivenciar as maravilhas do mundo.
Provavelmente algumas pessoas afirmarão que a religião também te exclui das desgraças do mundo. Isso sim, é absurdo. As “coisas ruins” existem, e devem ser entendidas como qualquer outro evento, porém a religião apenas tenta focar os olhos e mentes dos fiéis para o divino.
Vou fazer uma analogia que pode, inicialmente, parecer até engraçada:
Imaginem que os espermatozóides estejam rezando fervorosamente para conquistar o paraíso. Apenas os escolhidos fecundarão o óvulo e formarão um novo ser humano. O restante arderá no mármore do inferno (ou em qualquer outro lugar que a imaginação de vocês pode alcançar).
Esse exemplo pode, dependendo do ponto de vista, fazer parte do ateísmo, e coloquei-o apenas para mostrar o que, ao meu ver, a vida real é o que realmente importa.
Onde a ciência e o conhecimento avançam, a religião recua.
Onde a ciência e o conhecimento avançam, a religião recua.
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